Tuesday, December 05, 2006
avaliação coletiva
Parabéns a todos os colegas participantes desta disciplina, aqueles mais achegados e aqueles menos achegados, mais não menos importantes. Todos nós somos vencedoris, pois conseguimos sair desta disciplina com diguinidade. Agradeço também a pasciência de Bonilla e sua disposição na troca de conhecimento e construção coletiva.Beijos a todos e até o próximo semestre!
Friday, December 01, 2006
aula (27/11/06)
Na última aula trocamos os artigos para análise e considerações dos colegas e professora, estamos na reta final da disciplina e rumo as férias mais antes espero que todos consigam concluir seus artigos. Toda a turma está de parabéns pois demos um duro danado nesta disciplina.Valeu muito ter pego a matéria, estou aprendendo muito. Até mais!
Tuesday, November 28, 2006
o uso do livro didático pelas crianças
Tema: O uso do livro didático pelas crianças.
A escrita é um dos meios de comunicação mais antigos utilizados pela humanidade. Através dela a humanidade já descobriu e decifrou estilos de vida de várias civilizações como a do Egito que deixou uma escrita própria e fascinante até hoje.
Como disse Pierre Lévy "a escrita abriu um espaço de comunicação,(...) no qual tornáva-se possível tomar conhecimento das mensagens produzidas por pessoas que encontravam-se a milhares de quilômetro, ou mortas há séculos, ou então que se expressavam apesar de grandes diferenças culturais ou sociais."(1999, p.114)
Por outro lado a destruição de documentos escritos deixou muitas lacunas em vários períodos históricos como a registrada no Brasil. Quando ministro e secretário de Estado dos Negócios da Fazenda e presidente do tribunal do Tesouro Nacional, Rui Barbosa mandou "eliminar" os registros históricos do período da escravidão. Até hoje discute-se os verdadeiros motivos e intenções por trás desta ação: limpar esta mancha do país para não ser conhecido como um país escravista ou impedir os futuros pedidos de indenização por parte dos decendentes destes escravos?
Diante destes exemplos não podemos negar a importância dos impressos no nosso cotidiano, seja através dos registros históricos, livros, jornais revistas, blog, comunidades virtuais, e-mail, orkut para citar alguns dentre as infinitas modalidades existentes de material escrito.
O livro didático é o exemplo de impresso mais usado nas escolas e em muitos casos é a única fonte de conhecimento utilizado pelo professor. Ele é chamado de "um mal necessário" por Ana Faria(2000,p.86), pois ainda hoje há lugares, em especial nas pequenas cidades, que o livro é artigo de luxo e fonte única para pesquisa e apropiação do conhecimento.
Muito se fala no direito assegurado que o professor tem na escolha do livro didático, mesmo que em muitas situações o livro escolhido pelo corpo docente não seja aquela que chega a escola, ou por falha da gestão escolar que deixa de comunicar a secretaria de educação a escolha do livro ou por erro/conveniência desta própria secretaria em adotar os livro de uma mesma editora. Mas pouco é lembrado do efeito que este tem sobre seu principal usuário,a criança, e de que maneira ela percebe e assimila os conteúdos trabalhados no livro.
O seu conteúdo geralmente está separado da realidade das crianças, em especial, das crianças oriundas de escolas públicas, chegando muitas vezes ao ponto de omitir ou disfarçar situações sociais enfrentadas por crianças das classes mais populares.
De acordo com Faria "o livro didático contribui para a reprodução da classe operária, porém de posse da ideologia burguesa, portanto, conformista e passiva." (2000, p.83) Ainda segundo Faria "para as crianças da escola pública, o livro didático, negando e ignorando suas experiências de vida, reforça seu discurso", o da burguesia. (2000, p.83)
A falta de uma representação no livro mais realista e constante da criança negra, do portador de necessidades especiais, da mulher como gênero que trabalha e cuida sozinha dos filhos, da representação romantica do índio como um povo exótico e díguino da piedade dos brancos para sobreviver, entre outros exemplos que demonstram a dominação ideológica da classe burguêsa.
Em muitos casos o discurso burguês é confirmado através da postura do professor ao não levantar perguntas questionadoras aos alunos, conformando-se em ser apenas um agente reprodutor das mentiras históricas como a libertação dos escravos no Brasil ser um ato sublime da família real, a descoberta do nosso país por Pedro A. Cabral e muitas outras falcidades levantadas e até hoje prepetuadas nas escolas do país.
Por esta questão, Lemos cita que "é preciso repensar a figura do professor, não como transmissor do conhecimento, mas como mediador de um debate construído através da pesquisa e de uma multiplicidade de opiniões de sujeitos ativos no processo de aprendizagem." (2004, p.9)
Por convenção em sua grande maioria o livro didático destaca a leitura, intrepretação oral, escrita ou, as vezes, elaboração textual, não favorecendo a pesquesa e exploração por parte do aluno.Desta forma, Mello diz que " o livro didático do aluno não pode mais ser concebido como um conjunto autocontido de informações ou conceitos." (2004, p.70)
Então como usar o livro do aluno para que favoreça a apredizagem e os interesses deste?
Conforme a própria Mello "o processo de construção do conhecimento pelo livro tem de ir além do próprio livro."(2004, p.70) Ou seja, o livro pode e deve ser usado junto a outros impressos, vídeos, intrenet, etc. Com um objetivo em comum para a construção coletiva ou conforme Levy, para a formação da "inteligência coletiva" (1999, p.131), que é um princípio da cibercultura concebida pelo autor, a partir do qual todos são considerados responsáveis pelo processo de conhecimento uns dos outros, em que todos estão envolvidos, transformando a informação em conhecimento através da cooperação.
O mesmo princípio de "inteligência coletiva" pode ser usado nas construções colaborativas de trabalho em grupos, oficinas de ciências ou cultural em conjunto com o livro didático, onde os alunos constroem junto com o professor o produto das oficinas.
Enfim os impressos assim como o livro didático não foram sepultados, isso acontece porque cada meio de comunicação é diferente, um não subistitui o outro.
Levy indica que "aceitar a perda de uma determinada forma de domínio significa criar uma chance para reencontrar o real". (1999, p.120) As novas formas de tecnologia já são uma realidade e não devemos dispensar o seu lugar na educação podemos viver e conviver em armonia para um bem comum e aprimoramento coletivo.
REFERÊNCIAS:
FARIA, Ana Lúcia G. de. Ideologia no livro didático.São Paulo:Cortez,2000.
FREITAG, Bárbara; MOTTA, Valéria; COSTA, Wanderley Ferreira. O livro didático em questão.São Paulo:Cortez,1997.
LEVY, Pierre. Cibrecultura.São Paulo: Ed. 34,1999.
MELLO, Guiomar Namo.Educação Escolar Brasileira: O que trouxemos do século XX?: Artmed Editora S.A, 2004.
http://www.facom.ufba.br/hipertexto/educa.html
http:www.seculodiario.com/negros/pombo/index02.htm-21k
Friday, November 24, 2006
seminário:intrenet
No seminário de internet as meninas abordaram vários tópicos como o seu fundamento, o fucionamento, o provedor, formação do professor, políticas para novas tecnologias, educação a distância e a participação do professor N. Pretto.
Na década de 80 as novas tecnologias eram vistas como ferramentas de formação de mão-de- obra qualificada a serviço da informação, mais como foi bem lembrado durante o seminário ela é um fundamento e não uma ferramenta.
Na década de 80 as novas tecnologias eram vistas como ferramentas de formação de mão-de- obra qualificada a serviço da informação, mais como foi bem lembrado durante o seminário ela é um fundamento e não uma ferramenta.
Friday, November 17, 2006
seminário : impressos
A construção do seminário foi cercada por muitas espectativas. Mais digo com toda sinceridade valeu a pena todo empenho e horas de estudo dedicados a ele (o seminário).
A pesquisa realizada comprovou o propósito da disciplina EDC 287 em realizar uma aprendizagem coletiva onde todos são responsáveis por esta construção.Todos da equípe demonstraram maturidade no sentido de um auxiliar o outro para a realização do nosso melhor.
Até os tropeços e erros que existiram tornaram-se contribuições valiosas para a formação da inteligência coletiva onde os colegas tiveram a oportunidade de trocar informações e promover a interatividade consolidando a aprendizagem recíproca.
Obrogada ao grupo de impressos e a todos os colegas que participaram na construção colitiva do seminário.
Nunca mim esquecerei do papel de trapo!!!
Thursday, November 16, 2006
seminário: rádio
O grupo demonstrou perspicácia e desenvoutura durante o seminário. Foi abordado um pouco da história do rádio no mundo e no Brasil. Com a apresentação do filme "Uma onda no ar" contando a história da Rádio Favela de Minas Gerais vimos o poder de mobilização que uma rádio comunitária quando bem organizada pode ter .
Os exemplos trazidos de rádios nas escolas mostra o grande potencial de mudança nas estruturas educacionais onde o aluno não apenas é o ouvinte mais tmb. o construtor /participante desta nova realidade.Parabéns a todos do grupo.
O ciclo de seminários da disciplina EDC 287 já está deixando saudades!!
Wednesday, November 01, 2006
seminário: tv e vídio
No seminário de TV e Vídio vimos um pouco do histórico da TV no Brasil através do vídio, Muito além do cidadão Kani. Este vídeo nos mostrou o funcionamento de uma TV nos seus bastidores, o papel da publicidade na primeira novela de sucesso, "O direito de nascer", os acordos entre os empresários da TV e os militares, as estratégias de manipulação do Ministério das Comunicações.
Ao assistirmos o vídeo sobre a TV digital observamos novamente a tentativa de manipular a população através da fala do apresentador:- TV digital, não é necessário entendê-la, mais sim usá-la.
Ou seja: não pense, apenas consuma. Deixe que nós (a elite) pensamos por você.
Mas, nem tudo está perdido, e o vídeo produzido pela TV Morrinho (TVM) no Rio de Janeiro, deixa isso muito claro. Boas propostas podem fazer a diferença.
Parabéns a todos do grupo.